Por que comunicar é muito mais do que falar ou
ouvir...
25 setembro, 2014
18 setembro, 2014
O Londrino
Stephen Wiltshire tem um dom absolutamente extraordinário. É capaz de
memorizar paisagens em alguns minutos para depois as desenhar com a
precisão de uma lente fotográfica. As grandes cidades são as suas preferidas.
Desde tenra
idade Stephen recusava-se a falar e a relacionar-se com os outros e aos
três anos confirmou-se o diagnóstico de autismo. Por essa altura
já desenhava intensamente e o seu talento permitiu-lhe expressar-se
e comunicar. Ele próprio criou uma série de 26 imagens que o auxiliavam a
comunicar uma vez que todas elas correspondiam a uma letra do alfabeto.
Na escola
encorajavam-no a falar tirando-lhe temporariamente o seu material de desenho. A
sua primeira palavra foi "papel". Com sete anos a imprensa nacional
já nutria interesse pelos seus desenhos e foi com essa idade que vendeu o
primeiro desenho.
Stephen
matriculou-se num curso de três anos na prestigiada "City and Guilds
of London Art School ", onde estudou pintura e desenho, tendo mais tarde
obtido uma pós graduação em Pintura e Desenho.
Em 2006
recebeu a Ordem do Império Britânico pelos serviços prestados à Arte, o que lhe
permitiu abrir a sua própria galeria em Londres.
Este desenho panorâmico de Nova Iorque foi efectuado após ter sobrevoado, de helicóptero, a zona apenas durante 20 minutos. Nele estão registados todos os edifícios emblemáticos. Usa apenas canetas para desenho.
Londres
15 setembro, 2014
O caminho para a escola
Kim Kwang Min & Yiruma
Regressámos!...a saltitar...leves & alegres mais uma vez!
E há mais uma mochila no cabide da nossa sala!
Regressámos!...a saltitar...leves & alegres mais uma vez!
E há mais uma mochila no cabide da nossa sala!
22 agosto, 2014
Cuidados de verão
Thomas Leveritt realizou este video para demonstrar a necessidade de protegermos a pele contra os efeitos do sol.
13 junho, 2014
05 junho, 2014
01 junho, 2014
Dias...
Hoje é o Dia Mundial da Criança.
Este dia é celebrado em muitos locais do mundo e espera-se que apele a uma maior consciencialização para os milhões de crianças a quem, diariamente, são negadas as necessidades básicas fundamentais para uma infância e educação felizes.
No nosso país, seria o momento ideal para refletirmos sobre como as condições sociais atuais estão a influenciar a vida e irão influenciar o futuro das nossas crianças.
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